ETAPA WCT, NO RIO DE JANEIRO, SEGUE SEM ONDAS

ORGANIZAÇÃO FINALIZOU O EVENTO FEMININO E TYLER WRIGHT VENCEU E ASSUMIU A PONTA

Os Top's do WCT tem uma semana para arranjar o que fazer, enquanto esperam pelas condições favoráveis. Foto: © ASP / Smorigo.

A organização do Billabong Pro Rio 2013 aproveitou o que foi possível do swell que encostou nas praias cariocas no início desta semana. As ondas na praia do Postinho variaram de 2 a 5 pés nos três dias em que a competição foi para água, mas com vento contrário na maior parte das baterias. Se agarravam as trocas de marés vislumbrando uma melhora considerável das ondas.

Ainda na quinta feira, alguns atletas confessaram que não queriam disputar a repescagem naquelas condições mas, quando foram pra água treinar a tarde, até se arrependeram. Como foi o caso do Frances Jeremy Flores. 

Mesmo assim, a australiana Tyler Wright, extraiu o máximo das ondas e venceu a categoria feminino, que foi finalizada ainda no sábado. Com essa vitória, Tyler assume novamente o ranking mundial feminino deste ano.

Gabriel Medina treinando nas marolas cariocas. Foto: © ASP / Smorigo

Os destaques nos primeiros dias foram o norte americano Kelly Slater, momento em que a praia encheu, além do sul africano Jordhy Smith e Gabriel Medina que conseguiram a mesma maior nota campeonato até agora, um 9,77. Entre os brasileiros, um início com muitas baixas. Apenas Adriano de Souza e Gabriel Medina se classificaram direto para o terceiro round. 

O martírio dos atletas do evento masculino estava apenas começando. A previsão é que apenas na quinta feira a tarde - 16/05 - uma nova ondulação deve chegar até as praias do Rio de Janeiro e o evento principal seja reiniciado.  O prazo final do evento é dia 19 de maio.

Mesmo com as condições desfavoráveis, a direção do Billabong Pro Rio irá fazer chamadas diárias para checagem nas condições. Neste período, os organizadores devem quebrar a cabeça para distraírem o público e os atletas.

Por Eduardo Rosa
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